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[20.6.06]
Sinceramente, nem sei se alguem vai chegar a ler isso aqui mas ainda sim escrevo, não sei se pela necessidade de escrever e me abrir ou na vã esperança de que alguem leia isso aqui mas o que importa?
As vezes eu acho que sou um saudosista precoce não sei, porque fico meio bobo quando leio algo antigo que me escreveram, muitas vezes escrito por gente com quem nem mais contato tenho mas, ao mesmo tempo, se um dia alguem escreveu uma mensagem assim, partindo do pressuposto que seja uma mensagem sincera, é porque em algum momento da minha vida eu fiz algo de certo, não é mesmo?
A mensagem que eu reencontrei arrumando minha pasta pessoal e que me levou a esse post foi a seguinte: "Bom sei q naum existe mais CdA mas é la na comunidade mesmo q eu queria q vc fizesse...um tópico xau Lari É q ele axa q o fórum ocupa mais tempo da minha vida do q ele...coisa q naum acontece mas tudu bem entaum eu tenhu q mostrar a ele q ele é mais importante e eu to conseguindo... Pode deixar meu pai me ensinou muito bem anaum desistir...sempre em frente... sabe ele é muito gente boa e eu tenhu muito orgulho dele ser meu pai...um tal de Lucas naum sei se vc conhece...mas eu AMO ele... meu papaizinhu lindo... em casa eu entro no seu blog pq aqui na escola é bloquiado so.... bom entaum fika assim... um grande Beiju da pessoa q te admira e idolatra do fundo do coração Lari*"
Talvez tenha sido uma mensagem um pouco exagerada mas não deixa de me deixar bobo. É, acho que sou um caso perdido mesmo.
Para fechar, a mesma musica que botei na menssagem que levou à resposta acima:
Sonho Impossível (J. Darion/M. Leigh - versão Chico Buarque e Ruy Guerra)
Sonhar Mais um sonho impossível Lutar Quando é fácil ceder Vencer o inimigo invencível Negar quando a regra é vender Sofrer a tortura implacável Romper a incabível prisão Voar num limite improvável Tocar o inacessível chão É minha lei, é minha questão Virar esse mundo Cravar esse chão Não me importa saber Se é terrível demais Quantas guerras terei que vencer Por um pouco de paz E amanhã, se esse chão que eu beijei For meu leito e perdão Vou saber que valeu delirar E morrer de paixão E assim, seja lá como for Vai ter fim a infinita aflição E o mundo vai ver uma flor Brotar do impossível chão
por Lucas * 10:01 PM
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