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[28.7.05]
Lei de Murphy: "Quando algo tende a dar errado, então dará"
Ontem, mais do que nunca, tive certeza de que essa porcaria de lei funciona. Um dia que começa com você tomando coco de pomba na cabeça não pode, definitivamente, acabar bem. E quem disse que tomar coco de pomba é sinal de sorte ou tava de sacanagem ou é um tremendo espirito de porco.
Cheguei, graças à supra citada ave, atrasado na aula de manhã. De tarde, para continuar a desgraceira, fui fazer revisão da prova de Psicologia Médica, para tentar descobrir porque eu tinha tomado zero. E não descobri, mas, tambem, com um professor "amavel" e "educado" que logo de cara chega dizendo que se a gente foi ali para ele mudar a nota, que era para a gente desistir, não há conversa, não é mesmo? Eu sempre preguei o respeito aos mais velhos mas, pqp, como eu tive vontade de mandar aquele velho polones viado tomar no cu e se fuder. E, para ver como não é choro de quem ficou em final, a diretora da faculdade me deu razão, disse que ele nào tinha o direito de ser grosseiro e intransigente conosco e pediu pqara que eu preparasse um documento com uma reclamação formal minha e dos meus colegas mas, como eu fui o unico que se dispos a fazer tal documento, a ideia não foi a frente. Se bem que os outros estão pensado de forma sensata. Afinal, se o velho já nos ferrou na prova, o que o impediria de fazer o mesmo na prova final com quem assinasse o documento? O jeito é estudar (o que eu não sei pq o velho nem materia tem direito), esperar e, depois que a gente se formar, se ele ainda estiver lucido, mandar ele solenemente tomar no cu!
Para completar a desgraça, eu joguei algumas semanas de analise pela janela. Por que é tão dificil deixar passar, por que é tão dificil tirar alguem do nosso coração. Tudo bem que o coração da gente é burro mas o meu deve ser retardado, incapaz de desenhar um "O " usando um copo como forma, só pode. E agora? Agora, só posso cantar mesmo "que você não me ensinou a te esquecer"...
Você não me ensinou a te esquecer Composição: Bruno Mattos / Odair José
Não vejo mais você faz tanto tempo Que vontade que eu sinto De olhar em seus olhos, ganhar seus abraços É verdade, eu não minto
E nesse desespero em que me vejo Já cheguei a tal ponto De me trocar diversas vezes por você Só pra ver se te encontro
Você bem que podia perdoar E só mais uma vez me aceitar Prometo agora vou fazer por onde nunca mais perdê-la
Agora, que faço eu da vida sem você? Você não me ensinou a te esquecer Você só me ensinou a te querer E te querendo eu vou tentando te encontrar Vou me perdendo Buscando em outros braços seus abraços Perdido no vazio de outros passos Do abismo em que você se retirou E me atirou e me deixou aqui sozinho
Agora, que faço eu da vida sem você? Você não me ensinou a te esquecer Você só me ensinou a te querer e te querendo eu vou tentando me encontrar
E nesse desepero em q me vejo já cheguei a tal ponto de me trocar diversas vezes por você só pra ver se te encontro
Você bem que podia perdoar E só mais uma vez me aceitar Prometo agora vou fazer por onde nunca mais perdê-la
Agora, que faço eu da vida sem você? Você não me ensinou a te esquecer Você só me ensinou a te querer E te querendo eu vou tentando te encontrar Vou me perdendo Buscando em outros braços seus abraços Perdido no vazio de outros passos Do abismo em que você se retirou E me atirou e me deixou aqui sozinho
Agora, que faço eu da vida sem você? Você não me ensinou a te esquecer Você só me ensinou a te querer e te querendo eu vou tentando te encontrar Vou me perdendo Buscando em outros braços seus abraços Perdido no vazio de outros passos Do abismo em que você se retirou E me atirou e me deixou aqui sozinho
Agora, que faço eu da vida sem você? Você não me ensinou a te esquecer Você só me ensinou a te querer E te querendo eu vou tentando me encontrar
por Lucas * 8:56 PM
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